MySpace perde registro de 50 milhões de músicas. Blockchain evitaria prejuízo.

14 milhões de artistas perderam suas obras publicadas no MySpace. A tecnologia blockchain, de forma extremamente eficiente e segura, veio para evitar prejuízos como esse.

Se você é um músico, estamos distribuindo cupons grátis para você efetuar o seu primeiro registro na blockchain com a Prëxis de maneira permanente, segura e judicialmente irrefutável.

Em março deste ano, mais de 50 milhões de músicas de aproximadamente 14 milhões de artistas e bandas foram perdidas de forma irrecuperável numa desastrosa migração de servidores pelo MySpace, a maior e mais importante rede social da década passada.

Para se ter uma ideia da dominância desse serviço, em 2007, o MySpace chegou a ter 110 milhões de usuários ativos enquanto seus concorrentes da época, Orkut e Facebook, vinham bem atrás, com 67 e 49 milhões de pessoas conectadas, respectivamente.

Da mesma forma que, hoje, os músicos utilizam o YouTube para divulgar suas músicas e vídeos, o MySpace, à época, fazia o mesmo com um grau de importância maior tendo em vista seu market share. Até Tony Stark, no primeiro filme do Homem de Ferro, fez um merchan da rede social. Parecia eterna e imbatível da mesma forma que o Soundcloud e o YouTube parecem hoje.

Doze anos de registros fonográficos perdidos: todas as músicas enviadas entre 2003 e 2015 foram corrompidas sem nenhuma condição de serem recuperadas. E o que se perdeu aqui não foram somente os arquivos de música, foi sua prova de existência e sua prova de precedência, aspectos ainda mais importantes do que as próprias músicas: provavelmente os autores e produtores possuem cópias e backups.

Os registros daquelas músicas no tempo, que atestavam a autoria da composição, letra e arranjo de um determinado músico ou banda, não existe mais. A confiança depositada no outrora gigante digital perdida sem maiores explicações, com descaso e sem indenização de qualquer sorte.

A catastrófica perda de registros no MySpace é um grande exemplo de como não confiar nesse tipo de serviço para a guarda e o registro de material autoral. Empresas dessa natureza, que são vendidas e revendidas diversas vezes a grandes corporações, modificando seu status, posicionamento no mercado, políticas de privacidade, etc.; em si, já representam um grande risco para os autores.

Contudo o maior risco de se utilizar desse tipo de serviço para guarda e registro de material autoral é a utilização de uma plataforma ineficiente e centralizada. Não importam os termos de uso: quando a mão invisível do mercado chega impondo uma nova realidade e comprometendo as margens de lucro, tudo isso pode deixar de existir, como exatamente aconteceu não somente com o MySpace, mas também com o Google+, Orkut, Tumblr, dentre outros serviços.

A blockchain, de forma extremamente eficiente e segura, também veio resolver esse problema. Utilizando uma tecnologia de guarda de dados distribuída, fazendo com que a informação esteja em milhares de servidores e computadores espalhados pelo mundo todo, a chance dessas informações serem perdidas ou corrompidas chega a zero.

Além disso, todos esses servidores, chamados também de nós (nodes), consensam e validam cada novo registro nesse imenso banco de dados público. E é da natureza da blockchain que cada nova informação receba um carimbo temporal imutável, inviolável e auditável, podendo ser utilizado, inclusive, como evidência numa disputa judicial no Brasil ou fora dele.

Esse arquivo com esse carimbo de tempo serve como prova de existência e prova de precedência que aquele autor, naquele dia e hora, registrou sua letra, partitura, cifra e ou arranjo musical. Isso serve da mesma forma para escritores, cartunistas, designers, jornalistas, advogados, contadores, etc.

Não existe nenhum governo, empresa ou corporação por trás da blockchain, ela não pode ser negociada ou vendida, não há possibilidade de seus dados se perderem ou serem comprometidos, qualquer um pode ter acesso ao seu banco de dados a qualquer tempo, mas os registros só podem ser adicionados mediante consenso global.

Mesmo sendo um banco de dados público, abriga nos seus registros mais de 91 bilhões de dólares – no caso do Bitcoin, por exemplo; e em mais de dez anos de existência nunca saiu do ar ou foi hackeada.

Escolher a blockchain como plataforma para registro de produção intelectual é muito mais que uma aposta, é uma escolha racional e consciente, é utilizar a tecnologia ao seu favor.

A Prëxis facilita esse registro na blockchain, faz com que o autor abstraia todos os detalhes técnicos e legais focando apenas no que importa: proteção da sua obra.

A Prëxis é composta por uma equipe multidisciplinar composta de produtores de conteúdo digital, advogados e engenheiros de software que possuem a missão de levar ao público uma ferramenta que facilite, agilize e desburocratize o registro, a guarda e o compartilhamento de documentos de qualquer natureza utilizando o estado da arte da tecnologia.

A obra, que pode ser registrada com alguns cliques em poucos minutos, ganha seu carimbo temporal imutável, inviolável e auditável, gerando prova de existência e prova de precedência.

O arquivo registrado é hospedado tanto nos servidores da Prëxis quanto em um sistema de arquivo distribuído, o IPFS, garantindo a plena disponibilidade da obra logo após o seu registro, podendo ser compartilhada com segurança.

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